terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Waking up from this nightmare
How's your life? What's it like there?
Is it all what you want it to be?
Does it hurt when you think about me and how broken my heart is?

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Hurt. ♫

I hurt myself today to see if I still feel
I focus on the pain, the only thing that's real
The needle tears a hole
The old familiar sting try to kill it all away but I remember everything
What have I become, my sweetest friend?
Everyone I know goes away in the end
(...)
I will let you down, I will make you hurt
I wear this crown of thorns upon my liar's chair
Full of broken thoughts I cannot repair
Beneath the stains of time, the feelings disappear
You are someone else, I am still right here
(...)
If I could start again
A million miles away
I would keep myself
I would find a way

sábado, 9 de fevereiro de 2013


"Quero explicar que não se escapa do próprio destino, que não se escolhe a própria natureza, que a nossa vida inteira já é colocada diante de nós no dia em que chegamos à Terra. Mas o máximo de coragem que consigo reunir para dizer é: - Aonde quer que você vá, lá está você." Matthew Klein - Trapaça

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

"Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente." William Shakespeare

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

"I was drawn to all the wrong things: I liked to drink, I was lazy, I didn't have a god, politics, ideas, ideals. I was settled into nothingness; a kind of non-being, and I accepted it. I didn't make for an interesting person. I didn't want to be interesting, it was too hard. What I really wanted was only a soft, hazy space to live in, and to be left alone." Charles Bukowski - Women

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Leicht.

"(...)
Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza. Quando progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente. Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta. Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa própria dor. Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro. Aparentemente estável. Que quando sofre não faz ruído algum.
(...)
É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chopp é gelado. (...) É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros erotizados, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.

Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. E fala o tempo todo do seu drama com a mesma mágoa. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando até a própria alma parece haver se retirado. 
(...)
Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a trilha sonora. Quando se enreda nos vícios da forma mais grosseira e caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um feriadão à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com sutileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também estamos incluídos nesse grupo.

Difícil é amar quem não está se amando. (...)" Texto de Ana Jácomo.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013


"All the weights that keep me down seem heavier than before, fate hits me in my face though you feel nothing. Only time will heal, you say. Your words, my therapy. But half of me is gone, my dearest treasure torn away. (...)"

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Eu não aguento mais...



É o que eu sempre digo






Mas continuo aguentando

sábado, 6 de outubro de 2012

"(...)
A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.
Podemos passar anos nos dedicando a um emprego sabendo que ele não nos trará recompensa emocional. Podemos conviver com uma pessoa mesmo sabendo que ela não merece confiança. Fazemos essas escolhas por serem as mais sensatas ou práticas, mas nem sempre elas estão de acordo com os gritos de dentro, aquelas vozes que dizem: vá por este caminho, se preferir, mas você nasceu para o caminho oposto. Até mesmo a felicidade, tão propagada, pode ser uma opção contrária ao que intimamente desejamos. Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz, queria viver!
Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto.
Sabe.
Eu não sei por que eu sou assim.
Sabe." Martha Medeiros